És minha! Com tuas manhãs muito frias,
com montes e céu, confundindo-se além.És minha nas mais infantis alegriase és minha na lágrima triste que vem...
És minha! com toda a balbúrdia dos dias
e com toda a calma das noites também.
Às vezes te encontro nas minhas poesias
e às vezes em sonhos que os outros não têm...
És minha, quando eu te contemplo e, sozinha,
escrevo o que sinto. Que felicidade
olhar-te e dizer o que mais ninguém diz!
Mas nesta alegria de ter-te tão minha,
ocorre-me às vezes (estranho em verdade)
que eu tenho vergonha... de ser tão feliz!
sábado, 4 de janeiro de 2014
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Lindo soneto!!!
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