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Janske Niemann

Tristesse

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DEIXA-ME POETAR

Á ESPERA

Quando a morte chegar e com mão fria e dura
afagar meu cabelo, achegando-se a mim;
quando um hálito negro assoprar amargura
e cobrir meu olhar com tristezas assim ...

quando o vento parar de fazer travessura,
encolhendo-se ao pé das montanhas sem fim,
assustado por ver como a negra figura
implacável já vem, com andar de cetim ...

Quando a vida fugir aos soluços; e quando
já ninguém entender o que entendo tão bem,
longe irei me sentar, como à espera de alguém ...

quando a morte chegar, e ao me ver esperando,
admirada indagar: "quem esperas aqui?"
eu direi simplesmente: "Esperava por ti ..."

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